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10.11.09

Notas soltas

  1. Comecemos este painel de comentários com a rubrica de palhaço da semana. E o palhaço desta semana, como não podia deixar de ser, é o nosso caro professor Queiroz. O desfecho previsível de um caso alimentado exclusivamente pelos órgãos federativos é patético. Todos sabiam que Ronaldo não iria jogar o Play-off. Todos imaginavam já que se Ronaldo não jogava em Madrid era porque não podia. Todos desconfiavam a informação e a contra-informação avançada pela FPF iria rotundar num fracasso. Queiroz quis-se armar em Felipão e virou as baterias contra o Real Madrid em vez de se concentrar em manter uma equipa unida, o resultado seja qual for no campo já está definido: Carlos Queiroz não tem estrutura mental para o cargo…
  2. Cá no burgo o Benfica não goleou mas levou de vencido o autocarro figueirense. Só aos 89 e depois de muita insistência é que a equipa da luz conseguiu levar de vencida um conjunto que primou essencialmente em manter as suas linhas perto da área, fechar espaços perto da baliza e confiar em Deus e no engenho de Peiser para não perder. Digam-me o que disserem não (quase) nada de bom nesta estratégia.
  3. Não vi os jogos nem do Sporting nem do porto portanto não me posso alongar nos comentários. Daquilo que me fui apercebendo o campeão passa por uma crise de entidade. As apostas em jogadores que valem por si mesmo e não pelo colectivo trazem os seus dissabores. Cabe a Jesualdo gerir de forma inteligente os bons recursos que têm à sua disposição, e gerir a frustração de estar a cinco pontos da liderança. O Sporting há pouco a dizer, vejamos como irá sair da crise que atravessa. Há uma série de hipóteses interessantes em cima da mesa, e outras que por e simplesmente irá arruinar o clube de Alvalade
  4. O ChelseaX Manchester deste fim-de-semana confirmou-me as suspeitas de que o Manchester de Alex Fergunson tem muito pouco à vontade com a bola. Naquela equipa poucos são os que tem ideias, salve-se Rooney, Giggs e Bebatov (que não jogou), e só quando os red devils sobem de intensidade é que conseguem levar perigo à baliza adversária. Valencia é para já uma autêntica nulidade e a sua capacidade de decisão é confrangedora. Espera-se uma séria melhoria de uma equipa que é tri-campeã inglesa.
  5. O super-real não foi além de uma vitória por um a zero contra o hiper-modesto Alcoron. é resultado surpreendente e que tem que ser criticado, especialmente, quando um clube gasta 200 milhões de euros em contratações.

22.10.09

Curtas de uma jornada europeia.

  1. Não é todos dias que o Barça perde pontos. Também é raro quando este barça perde jogos. Quando o Barça perde um jogo em casa, aí, estamos quase perante um cataclismo. O autor da proeza não poderia ser mais improvável, o Rubin Kazan, de um Dominguez em evidência levou mesmo de vencida a equipa culé e deu outra cor a uma champions league tradicionalmente dominada pelos grandes tubarões. Nem o russo mais confiante poderia esperar este resultado, quando o Rubin se pôs em vantagem logo aos dois minutos dei por mim a pensar que ia demorar pouco até o Barcelona dar a volta ao texto, as coisas pareciam estar-se a compor quando logo depois do intervalo quando Zlatan após passe de Xavi conseguiu levar de vencido o baixíssimo bloco defensivo da equipa de Rostov. Numa noite fria e sem grande inspiração dos jogadores catalães, mesmo assim a equipa de Guardiola mostrou mais do que argumentos para vencer pois a qualidade colectiva, a forma como sempre trocaram (bem) a bola, esteve sempre lá. Só a (falta) de sorte ditou esta derrota…
  2. “Somos uma equipa em formação”. Não poderia concordar mais com Pellegreni. É verdade que o Real têm muitos, e bons, argumentos para resolver qualquer jogo, mas quando o talento individual não é suficiente para derrotar os adversários é preciso mais. O segundo golo do milan é um exemplo, cabal, do que está ainda mal neste Real Madrid. É certo que há Casillas para ser o bode expiatório do lance, mas a verdade e apesar do erro do guardião castelhano é que o golo resulta de uma perda de bola a meio campo, aproveitada por Ambrosini para lançar um endiabrado Pato. Nenhuma equipa ao nível do Real Madrid pode sofrer um golo a dois toques, culpar simplesmente Casillas por um erro que foi exposto pela incompetência do resto da equipa é injusto e perigoso para a evolução do colectivo.
  3. Alexandre Pato é um enorme jogador e é hoje o rosto de uma hipotética renovação do Milan. Depois da “dispensa” de Gourcuff e saída de Káká a equipa da Lombardia passa um momento complicado, do bicho papão do inicio deste século a Leonardo algo deverá mudar urgentemente para os lados de Milão.
  4. Por falar em Milão, o Inter, do nosso José Mourinho empatou em casa com o Dínamo de Kiev. Depois de uma vitória folgadíssima contra o Génova a equipa de Mourinho volta a marcar passo na champions somando apenas 3 pontos no mesmo número de jogos. A qualificação, porém, tem que ser uma meta mais do que realista da equipa nerrazurra.
  5. O porto com um Hulk em grande nível levou de vencido o Apoel de Nicósia. A verdade é que este Porto está muito longe daquele que o ano transacto venceu a liga e foi a Old Trafford impor respeito ao campeão europeu. Falcao vai confirmando aquilo que eu já desconfiava, é um grande jogador, e assistiu muito bem o “incrível” para o golo do empate. O momento essencial do lance, é o passe de desmarcação do colombiano que descobre bem o brasileiro que em grande estilo se limitou a encostar.
  6. Terminamos este tour europeu com o Benfica que goleou, e humilhou, o Everton. O meu streaming falhou 8 minutos que coincidiu com os 3 golos da equipa da luz. Numa partida que contou com um Di Maria em grande plano, os ingleses nunca foram um adversário à altura do poder ofensivo encarnado. Tanto no plano defensivo, como na transição defesa-ataque os jogadores de Jesus estiveram quase perfeitos. Relembrar quase o mesmo grupo há um ano atrás e ver este Benfica agora é uma experiencia tão distinta e aliciante que…(perdoem-me a metáfora) é quase um milagre.
  7. Uma última palavra para três jogadores e todos eles são referenciados por razões distintas. O primeiro Raúl Gonzalez, pela sua classe e qualidade, que continue (por mais anos possiveis) a mostrar serviço pelo Real Madrid. O segundo, Dida, que tal como Raul mostrou o que sempre foi: uma nódoa. Por último, Alejandro Dominguez. O argentino encaixa bem no estilo de jogador que pelas suas caracteristicas foi negligenciado toda a carreira, sofre do mesmo mal de outros jogadores que apesar de muita qualidade nunca se afirmaram verdadeiramente em grandes clubes.

27.9.09

Flash (inter) view

  1. Noite de classico: campeão contra vice-campeão num jogo que nos últimos anos tem quase sempre sido polémico. Este ano como não podia deixar de ser, a polémica começou mesmo antes de Duarte Gomes ter dado inicio à partida. Quando a bola começou a rolar no estádio do dragão, estava eu a tentar encontrar o melhor link de streaming para poder ver o jogo. Durante a primeira parte foi impossível, a segunda mostrou-me um Sporting não muito organizado e sem rasgo e um ataque portista que está muito longe da qualidade do ano anterior. É certo que os dragões continuam muitíssimo competentes do que toca a defender e Raul Meireles é , como sempre, um excelente jogador na transição defesa ataque. O problema reside nas movimentações ofensivas que sem a clarividência de Lucho e a inteligência de Lisandro torna o ataque portista pouco acima de banal. A equipa tem Hulk demasiado em jogo. Os desequilíbrios que o brasileiro vai fazendo ao longo do jogo não compensam as muitas jogadas que vai estragando. O porto porém tem matéria prima para se tornar uma equipa sólida e resta observar como jogadores de qualidade como Falcao( que grande finalizador que o porto comprou), Belluschi ou mesmo Hulk irão evoluir.
  2. Um pouco mais a baixo, ali por Lisboa o Benfica voltou a golear. Muitos dizem que o resultado é enganador, e que o Benfica, citando Tadeia “não fez uma exibição brilhante”. Ok concordo com isto, o Benfica não foi de facto brilhante, mas quando Tadeia começa a defender o leixões que vem à luz e que joga com 9 não pode fazer mais eu digo: claro que pode fazer mais! O leixões veio à luz, chegou e pôs o autocarro á frente da baliza à espera que as coisas não se dessem. Mas deram, e o resultado foi desastroso. Sempre que os jogadores encarnados ultrapassavam uma linha defensiva eram imediatamente parados em falta abrindo portas a um momento em que o Benfica é fortíssimo: bolas paradas.
  3. Pablo Aimar. É hoje, e já dois dos seus compatriotas partiram para França, o melhor jogador da liga sagres. É um grande espectáculo para quem se habitou durante anos a ver o Petit como organizador de jogo da sua equipa, ver Aimar a liderar as manobras ofensivas da sua equipa. Dois, três toques. Todos eles de classe, todos eles (bem) pensados, Pablo Aimar rima com bem jogar…
  4. Por Espanha tem-se passado umas coisas engraçadas. Os galácticos do Real vão goleando todos os jogos e o Barça não desarma na liderança…Adivinha-se um dos mais competitivos campeonatos espanhóis dos últimos anos!
  5. Em inglatera o chelsea teve a oportunidade de fazer “história” mas viu Cech ser expulso e as 7 vitórias consecutivas a caírem por terra. Tottenham e Liverpool golearam e Manchester United voltou a vencer depois da suada vitória no derby de Manchester.
  6. Aqui por itália grande parte dos jogos estão a decorrer no momento que vos escrevo, o "meu" bolonha está a perder 1-0 em Turim, contra aquela que em Itália é considerada a grande favorita. Mourinho perdeu ontem contra uma Samp que promete fazer um bom campeonato.

12.6.09

Acorda! Florentino.

O Real Madrid colosso espanhol, recordista de vitórias na liga dos campeões, mediaticamente eleito como o maior clube do mundo, avançou para a contratação de Káká e Cristiano Ronaldo os últimos dois vencedores do Prémio FIFA para melhor jogador do mundo. Perez, recentemente eleito presidente, voltou depois de uma saída atribulada em 2006 exactamente com o mesmo propósito com que iniciou o seu mandato há quase nove anos atrás. Na altura, cometeu a ousadia de roubar Figo ao rival Barcelona esmagando o anterior recorde de transferências que pertencia a Hernan Crespo, um ano depois seguiu-se Zidane passando a marca do português. 73 milhões de euros foi o preço acordado por Juventus e Madrid para que o genial médio francês se transferisse para a capital espanhola. Há data, poucos se insurgiram contra o valor excessivo que as transferências futebolísticas atingiram, Hoje, com actual crise só alguns palermas, como Luís Sobral, acham que esta venda é positiva. Para mim, há dois grandes vencedores de todo este processo: o primeiro o Manchester United, numa assentada faz uma receita extraordinária que nunca mais poderá igualar, o segundo o Sporting que do nada vê entrar nos seus cofres uns milhoezitos que vão ajudar o clube a safar-se de misérias.

Sem querer falar da moralidade do valor destas transferências, 160 milhões de euros em dois dias é brincadeira de crianças, num país em que número de desempregados já chegou aos quinze milhões, Florentino avança para contratações que pensa rentabilizar através do merchandising. Ou seja, com a venda de camisolas o clube pagará as transferências, a questão que eu coloco mas como? Mesmo vendendo muitas camisolas e considerando os direitos publicitários dos jogadores parece-me complicado rentabilizar o investimento. Eu digo isto e as pessoas respondem “a e tal, o Florentino deve saber mais do que tu” e eu “pois deve”. E aqui que eu começo a perguntar-me qual o passado e a ocupação do actual presidente do real Madrid, e qual a conclusão que chego? Que perez é, e sempre foi um especulador. Fez fortuna no ramo imobiliário através da especulação, o desbarato de construções no pais vizinho, culpado pela taxa de sucesso nos anos 80 mas a face visível de um desemprego de 15 milhões de espanhóis. Florentino foi um dos que enriqueceu com a especulação imobiliária e financeira. Traçado o perfil do senhor, o que podemos dizer destas transferências? Que o Real Madrid espera, verdadeiramente, é pagar estas transferências com sucesso desportivo que potenciará lucros. Se o projecto desportivo falhar, e os galácticos já se afundaram uma vez e eu não lembro de alguém ter querido fazer o Titanic II, prevejo um estoiro maior que aquele que o Cristiano Ronaldo deu no seu Ferrari aqui há uns tempos.

A ausência de planeamento desportivo do Real é assustador. Não entender que para ser a melhor equipa o fundamental não ter apenas os melhores jogadores é logo uma premissa importante. Depois, não olhar para a formação é um erro tremendo. No Barcelona 7 dos 11 que entraram em Roma foram jogadores formados na cantera “Blaugrana”, no Real só Raul (32 anos), Guti (32 anos) e Casillas (28 anos) é que são jogadores que vieram das escolas. Isto significará que Parejo, um dos mais promissores futebolistas espanhóis sub-20, assim como de la Red ou Javi Garcia terão os dias contados no seu clube. Se a formação no tempo dos primeiros galaticos foi um desastre, apesar de vários jogadores terem sido integrados, principalmente os menos talentosos, estou curioso se vai haver a repetição da política que o mundo reconhece como de “Zidanes e Pavones”. As grandes equipas, constroem-se de frente para trás. O “teambulding” não se resumo a contratação dos melhores, o facto de integrar uma filosofia um modo de jogar, de querer comum é muito importante. Exemplos de sucesso é o Porto, o Barça ou o Manchester United.

O mercado futebolístico aquece com estas transferências. Perez, por seu turno, diz que está mais maduro e quer uma política de “Zidanes e Iniestas”. Dos presidentes do mundo da fantasia, Perez é o maior de todos. Roman bem ameaçou mas a lucidez de mourinho impediu uma chuva de estrelas em stamford bridge, o Abu Graib grupo bem tenta mas a pequenez dos citizens não permite outros voos. Com aquilo que os outros sonham, Florentino consegue. Um dia quis ter o maior símbolo futebolístico da Catalunha e conseguiu. Depois sonhou com o inegociável Ronaldo e também conseguiu. Falta-lhe porem o reconhecimento de um grande líder, falta-lhe uma equipa do Real suficientemente forte para conquistar títulos.

Se juntarmos aos dados que aqui fui descrevendo, o pequeno “fait diver” do Real Madrid dever 500 milhoes de euros à segurança social espanhola e ter um passivo, isto é uma acumulado de dívidas, de 900 milhões de euros, podemos indagar o que irá na cabeça de florentino.

Espero sinceramente que esta versão dois dos galácticos seja um insucesso. Quero, que de uma vez por todas, fique bem assente que os modelos de gestão sustentados e não aqueles baseados no folclore e no mediatismo vinguem. CR7, perdoem-me CR9, que me desculpe, mas espero bem que o real se lixe.

P.S. Platini mostrou mais uma vez que a está bem no futebol. As sucessivas tentativas de remodaçoes da Liga dos Campeões, bem como as suas posições bem firmes em casos sensíveis como o da corrupção desportiva têm sido exemplar. Mais uma vez, mostrou que não anda a dormir na forma e veio criticar os valores quase pornográficos dos negócios de Ronaldo e Káká.

P.P.S Blatter, por seu turno, continua igual a si mesmo: símbolo do que é mau e podre nas instancias organizativas do futebol.

18.12.08

Anatomia de um crime

Este post teria muito mais piada se, efectivamente, o Real Madrid tivesse surpreendido o mundo do futebol roubando pontos num campo "impossível". Não o fez, na realidade, mas não se pode retirar o mérito de uma equipe que matou o "melhor futebol da europa". Com efeito, o Barcelona não jogou mal, nada mal mesmo. Teve quase sempre a iniciativa e o controlo do jogo e mais ocasiões de golo; mas o Real, até ao penalty duvidoso e ao golo esquisito, tinha tido a melhor oportunidade do jogo. Drenthe é não quis enervar a malta do camp nou. Percebe-se, era chato. Mas vamos lá ver, como é que o Juanito conseguiu, depois do desastre em Londres, arrumar uma equipa em poucos dias que parasse o triturador do futebol europeu. Ora, na chegada, já lá tinha um menino na baliza, que, quer os tempos sejam bons ou maus, no Barnabéu ou na Selecção, mantém um nível exibicional impressionante. Fundamental nas conquistas de Champions e Campeonatos da Europa, Iker está lá sempre para o Real, e, nesta semana que passou, curiosamente, continuava lá para Juan De Ramos. Continuemos. Ramos arranjou um triângulo, que por vezes se tranformava num quadrado(ou noutras formas geométricas com mais lados quando a coisa apertava) para tratar do maior problema que a equipa catalã oferecia: o puto messi. Messi iniciou o jogo ao seu estilo, partindo os rins a um dos melhores defesas do mundo(sergio ramos) criando a primeira possibilidade de Casillas brilhar. A partir daí, o tal triângulo, formado por Ramos, a defesa esquerdo, Gago, a trinco, e Drenthe, a mau jogador, iniciou um exibição clássica, se falarmos, claro, de outras modalidades que não futebol. Eu lembro-me de fazer um desporto(os mais cépticos poderão dizer que isto não é um desporto. peço aos mais cépticos para não dizerem nada) chamado " o pisa". Se não estão familiarizados, perguntem. Se ninguém à vossa volta souber, pisem-nos. Pronto, isso é "o pisa". Estes três entravam em medicina em Coimbra com um estatuto de alta competição neste desporto. Inteligentemente, nunca deixaram leo arrancar com a bola controlada, não lhe permitiram um dribble, uma desmarcação. 20 minutos e 2 ou 3 amarelos depois, Messi estava desgastadíssimo. Se somarmos a isto exibições fantásticas de Metzelder e Cannavaro, temos o 0 no marcador do Barcelona, até aos 70 minutos explicado. Na 2a parte, Guardiola não conseguiu mudar o jogo. Xavi não fazia boas transições ou aberturas porque o meiuca do Real estava sobrepopulado; Messi não tinha bola, e quando tinha, era muito bem defendido; henry desiquilibrava mas, tal como etoo, estava desinspirado. Entrou Busquets num claro sinal de desespero. Mudança era precisa, até porque Eidur pouco ou nada fez em campo, mas parecia que Guardiola não tinha soluções para o problema Madrid. Até que, caído do céu, e numa decisão muito, muito duvidosa, penalty para o Barcelona. Resumindo: Casillas. Mas a poucos minutos do fim, e num lance tão estranho como mal defendido, a perfeição em forma de estratégia foi-se, a muralha caiu, e a esperança do ponto desapareceu. O 2 0 era esperado num dos minutos que faltava.Messi fez questão de se vingar daqueles minutos iniciais. Serve-se fria, sempre ouvi. E, aparentemente, molhada. Era para não serem parvos. Mas ficou a fórmula. Para todos os que aí andam com medo dos meninos de vermelho e azul, e às vezes de amarelo, ou azul cueca, ou um laranja parolo ,por sinal, ponham os olhos neste Real. Não se joga de "peito aberto" com uma equipa que é muito superior. Pensem nisso, e defendam...