Ora bem que equipa escolheria eu, vulgar teórico que frequenta esta tribuna, para vencer uma qualquer competição. Sem grande exercícios de memoria, limitando-me aos meus conhecimentos futebolísticos lembrei-me imediatamente do plantel do Benfica 2008/2009 como o ideal para assaltar qualquer titulo. Yebda, Jorge Ribeiro, Ruben Amorim são nomes firmados no mundo do futebol e Urretaviscaya é a maior promessa do futebol sul-americano desde que el Pibe nasceu.
Fora de brincadeiras, porque quando eu falei de Yebda e “nomes firmados no mundo do futebol” vocês tinham que perceber que era uma piada, a super-equipa que escolhia para vencer a CL (por exemplo) era: Buffon e Quim como guarda-redes. Lahm, Carvalho, Agger, Terry, Maicon e Sérgio Ramos para a defesa. Fabregas, Messi, Ribéry, Iniesta, Pirlo, Van der Vaart, Essien e Ronaldo no “meiuca” e os avançados seriam Fernando Torres Klaas Jan Huntelaar e “and the last but not the least” Francesco Totti.
A táctica escolhida é o 4-1-2-2-1 ou um 4-3-3 com um pivot misto defensivo-ofensivo, mente construtora da equipa, dois médios “todo-o-terreno”, dois extremos clássicos e um “matador”.
Na baliza, claro, Gianlguigi Buffon. Para mim é o melhor do mundo e isto chega para eliminar outros possíveis candidatos.
Nas faixas laterais do sector mais recuado, temos à esquerda Lahm e Sérgio Ramos. Se um é potencialmente mais ofensivo ou outro pauta o seu jogo pela segurança e pela classe. O defesa do Bayern, apesar de ter ficado mal na fotografia no golo vencedor da final do europeu, é um excelente exemplo de como a acutilância ofensiva não tem que por em causa o equilíbrio defensivo.
No centro da defesa, encontram-se dois senhores do jogo. Nada mais nada menos do que a dupla de centrais do Chelsea. John Terry e Ricardo Carvalho. Se o capitão dos blues para alem da raça, do profissionalismo e das suas qualidades enquanto líder faz parecer o Bruno Alves um menino nos lances de cabeça o nosso Ricardo é a classe a jogar futebol. Distinto em campo, é um central fortíssimo na antecipação e ainda sabe levar jogo para a frente.
Como grande pilar desta equipa, tenho Andrea Pirlo, o “21” do Milan constrói, desconstroi, e volta a construir jogadas de uma forma tão simples que irrita só de ver jogar. Na sua frente coloco Cesc “wonderkid” Fabregas e Michael “wallwork” Essien. Se um é um poeta o outro e um muro de trabalho incrível, ambos merecem todo o meu despeito apesar de serem as duas posições que mais dificilmente geram consensualidade. Gerrard, Deco, Lampard, Ballack ou Iniesta são jogadores de grande valor que poderiam perfeitamente figurar neste “onze”.
Nas alas arrisco em primeiro lugar aquele que JVB e RVO apenas dão lugar no banco de suplentes. Falo claro de Lionel Messi! Este jogador, das duas uma, ou se tem a titular ou pura e simplesmente não tem. As qualidades do extremo argentino são hoje inigualáveis no mundo do futebol. A única razão que me poderá duvidar do futuro deste prodígio são as enumeras lesões que vai tendo ao longo da curta (e recheada) carreira. Nem Káká nem Ronaldo eram aquilo que Messi é aos 21, vinte e um, anos… O jogador Português ocupa o lado esquerdo do ataque porque é simplesmente o melhor do mundo, Cristiano Ronaldo tornou-se um jogador demolidor, pronto para por em sentido qualquer defesa do planeta. Penso que os 31 golos em 36 jogos na Premiership são mais do que suficientes para justificar a minha escolha.
Por fim, temos Torres, que neste momento parece uma escolha tão consensual para melhor avançado do mundo como a eleição de LFV em 2006, parafraseando o LF ele é tão previsível não no sentido que já se sabe que ele vai fazer mas no sentido que já se sabe que vai fazer golo. Em suma, um craque!
Banco: Quim, não é o segundo melhor do mundo, nem o terceiro, nem em principio o 10º será. Mas é um guarda-redes seguro, competente e profissional. E quem sou eu para deixar Iker Casillas no banco? Com que cara olharia para ele vendo-o sentado e de fato-de-treino? Há quem vá preso por menos!
Defesas: Maicon e Agger. Não tenho muito a dizer a não ser que são os dois muito bons e nenhum deles tem estatuto de estrela. Por tanto, estão muito bem os dois sentadinhos no banco prontos para entrar se algo correr mal.
Meio Campo. Usando o mesmo critério que uso para Casillas, não poderia ter aqui um Ballack ou um Gerrard, portanto opto só por um Van der Vaart, por um Iniesta que com toda a certeza substituiriam (apesar de serem jogadores diferentes) Essien ou Fabregas não deixando de decair a qualidade,Franck Ribéry que tem tanto de feio e burro (lembrei-me da magistral tirada sobre o Scolari) co e por mo de bom jogador.
Huntelaar, é um dos mais promissores avançados do velho continente. Sem ser muito rápido, muito forte ou muito dotado tecnicamente tem um faro de golo impressionante. Em duas épocas, em menos de 80 jogos marcou…72 golos com a camisola do Ajax, é sem duvida alguma um marco muito acima da média.
Por fim, temos il banbino d’oro, Francesco Totti. Ok eu assumo, é uma escolha irracional e um pouco descabida mas é sem duvida um jogador fenomenal. Não tenho muito a dizer sobre Totti a não ser que é um verdadeiro Génio.
Penso que será uma equipa equilibrada, dentro dos seus desiquilibrios pois não há equipas perfeitas, havendo juventude, irreverencia e sobretudo muita qualidade dos membros que a compõem.Custou-me deixar alguns jogadores que adoro fora deste "time" Rooney, Gerrard, Robben, Ballack ou Toni são muito bons. Fora desta "brincadeira", nos nossos dias o clube que mais se aproxima de uma super-equipa é o Manchester United.
Chegaram os teóricos que acham que têm sempre razão. Comecem as precipitações futebolísticas.
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4.7.08
JFC Utd
Ora bem que equipa escolheria eu, vulgar teórico que frequenta esta tribuna, para vencer uma qualquer competição. Sem grande exercícios de memoria, limitando-me aos meus conhecimentos futebolísticos lembrei-me imediatamente do plantel do Benfica 2008/2009 como o ideal para assaltar qualquer titulo. Yebda, Jorge Ribeiro, Ruben Amorim são nomes firmados no mundo do futebol e Urretaviscaya é a maior promessa do futebol sul-americano desde que el Pibe nasceu.
Fora de brincadeiras, porque quando eu falei de Yebda e “nomes firmados no mundo do futebol” vocês tinham que perceber que era uma piada, a super-equipa que escolhia para vencer a CL (por exemplo) era: Buffon e Quim como guarda-redes. Lahm, Carvalho, Agger, Terry, Maicon e Sérgio Ramos para a defesa. Fabregas, Messi, Ribéry, Iniesta, Pirlo, Van der Vaart, Essien e Ronaldo no “meiuca” e os avançados seriam Fernando Torres Klaas Jan Huntelaar e “and the last but not the least” Francesco Totti.
A táctica escolhida é o 4-1-2-2-1 ou um 4-3-3 com um pivot misto defensivo-ofensivo, mente construtora da equipa, dois médios “todo-o-terreno”, dois extremos clássicos e um “matador”.
Na baliza, claro, Gianlguigi Buffon. Para mim é o melhor do mundo e isto chega para eliminar outros possíveis candidatos.
Nas faixas laterais do sector mais recuado, temos à esquerda Lahm e Sérgio Ramos. Se um é potencialmente mais ofensivo ou outro pauta o seu jogo pela segurança e pela classe. O defesa do Bayern, apesar de ter ficado mal na fotografia no golo vencedor da final do europeu, é um excelente exemplo de como a acutilância ofensiva não tem que por em causa o equilíbrio defensivo.
No centro da defesa, encontram-se dois senhores do jogo. Nada mais nada menos do que a dupla de centrais do Chelsea. John Terry e Ricardo Carvalho. Se o capitão dos blues para alem da raça, do profissionalismo e das suas qualidades enquanto líder faz parecer o Bruno Alves um menino nos lances de cabeça o nosso Ricardo é a classe a jogar futebol. Distinto em campo, é um central fortíssimo na antecipação e ainda sabe levar jogo para a frente.
Como grande pilar desta equipa, tenho Andrea Pirlo, o “21” do Milan constrói, desconstroi, e volta a construir jogadas de uma forma tão simples que irrita só de ver jogar. Na sua frente coloco Cesc “wonderkid” Fabregas e Michael “wallwork” Essien. Se um é um poeta o outro e um muro de trabalho incrível, ambos merecem todo o meu despeito apesar de serem as duas posições que mais dificilmente geram consensualidade. Gerrard, Deco, Lampard, Ballack ou Iniesta são jogadores de grande valor que poderiam perfeitamente figurar neste “onze”.
Nas alas arrisco em primeiro lugar aquele que JVB e RVO apenas dão lugar no banco de suplentes. Falo claro de Lionel Messi! Este jogador, das duas uma, ou se tem a titular ou pura e simplesmente não tem. As qualidades do extremo argentino são hoje inigualáveis no mundo do futebol. A única razão que me poderá duvidar do futuro deste prodígio são as enumeras lesões que vai tendo ao longo da curta (e recheada) carreira. Nem Káká nem Ronaldo eram aquilo que Messi é aos 21, vinte e um, anos… O jogador Português ocupa o lado esquerdo do ataque porque é simplesmente o melhor do mundo, Cristiano Ronaldo tornou-se um jogador demolidor, pronto para por em sentido qualquer defesa do planeta. Penso que os 31 golos em 36 jogos na Premiership são mais do que suficientes para justificar a minha escolha.
Por fim, temos Torres, que neste momento parece uma escolha tão consensual para melhor avançado do mundo como a eleição de LFV em 2006, parafraseando o LF ele é tão previsível não no sentido que já se sabe que ele vai fazer mas no sentido que já se sabe que vai fazer golo. Em suma, um craque!
Banco: Quim, não é o segundo melhor do mundo, nem o terceiro, nem em principio o 10º será. Mas é um guarda-redes seguro, competente e profissional. E quem sou eu para deixar Iker Casillas no banco? Com que cara olharia para ele vendo-o sentado e de fato-de-treino? Há quem vá preso por menos!
Defesas: Maicon e Agger. Não tenho muito a dizer a não ser que são os dois muito bons e nenhum deles tem estatuto de estrela. Por tanto, estão muito bem os dois sentadinhos no banco prontos para entrar se algo correr mal.
Meio Campo. Usando o mesmo critério que uso para Casillas, não poderia ter aqui um Ballack ou um Gerrard, portanto opto só por um Van der Vaart, por um Iniesta que com toda a certeza substituiriam (apesar de serem jogadores diferentes) Essien ou Fabregas não deixando de decair a qualidade,Franck Ribéry que tem tanto de feio e burro (lembrei-me da magistral tirada sobre o Scolari) co e por mo de bom jogador.
Huntelaar, é um dos mais promissores avançados do velho continente. Sem ser muito rápido, muito forte ou muito dotado tecnicamente tem um faro de golo impressionante. Em duas épocas, em menos de 80 jogos marcou…72 golos com a camisola do Ajax, é sem duvida alguma um marco muito acima da média.
Por fim, temos il banbino d’oro, Francesco Totti. Ok eu assumo, é uma escolha irracional e um pouco descabida mas é sem duvida um jogador fenomenal. Não tenho muito a dizer sobre Totti a não ser que é um verdadeiro Génio.
Penso que será uma equipa equilibrada, dentro dos seus desiquilibrios pois não há equipas perfeitas, havendo juventude, irreverencia e sobretudo muita qualidade dos membros que a compõem.Custou-me deixar alguns jogadores que adoro fora deste "time" Rooney, Gerrard, Robben, Ballack ou Toni são muito bons. Fora desta "brincadeira", nos nossos dias o clube que mais se aproxima de uma super-equipa é o Manchester United.
U.D. RVO
3.7.08
F.C.JVB
Vamos então escolher os meus 18 para uma equipa que certamente iria ganhar a Champions! A equipa iria jogar num 4:2:3:1. Os "convocados" são: GR-Casillas e Cudicini; Defesas-Evra, R.Carvalho, Terry, Dani Alves, Sérgio Ramos; Médios-Essien, Pirlo, Gerrard, Ballack, Kaka; Avançados-Ronaldo, Messi, Mancini, Torres, Villa, Luca Toni.
A equipa inicial seria: Casillas; Evra, Carvalho, Terry, Sérgio Ramos; Gerrard, Essien, Kaka; Ronaldo, Mancini e Torres. Quanto aos GR parece-me que a escolha entre quatro nomes é aceitável e eu escolho Casillas pois ainda jovem é um GR muito experiente, bom entre os postes, bom em cruzamentos apesar da baixa estatura, bom nas saídas aos pés e bom em bolas paradas. Enfim, um GR de topo que já conta com vários títulos o que no caso de Cech (a minha segunda escolha) não acontece. Cech seria a minha segunda escolha para titular pois para segundo GR escolho, no meu entender, o melhor segundo: Cudicini. Sempre que chamado (que já foram várias vezes) disse "presente" (talvez em italiano talvez em inglês). Na esquerda da defesa jogaria Evra. Integra-se muito bem no ataque, defende muito bem e fisicamente e muito resistente. Confesso que não é uma paixão de sempre, aprendi a gostar de Evra, convenceu-me esta época. Vê-lo jogar cansa , para Evra o campo parece pequeno. Quanto aos centrais os meninos de Chelsea são os eleitos. Carvalho e Terry complementam-se. O primeiro, rápido, classe, duro quando o jogo está nessa toada e uma qualidade que aprecio especialmente nele: quando erra, não se esconde, ataca, pede a bola, tenta levar a equipa para a frente. Nestes momentos é que se vê quem tem a Vitória como coração(aconselho a rever o Chelsea Man.Utd da segunda volta). Terry é o lider por excelência. Grita, chora, luta e claro é um grande central. O destino não quis que ganhasse a Champions (CL). Notava-se que ia marcar o penalty, escorrega e falha. Ingrato. Para além de tudo isto, no jogo aéreo e talvez o mais seguro do mundo. Defesa direito iria para Sérgio Ramos muito por culpa do seu jogo aéreo pois com Dani Alves a defesa ficava com pouco poder no ar. Porém, uma palavra para Dani Alves que sigo desde que foi campeão mundial pelos miúdos do Brasil. O cabelo estava maior, mais magro mas a capacidade de subir, de rematar, de centrar de depois de tudo isto descer e defender e voltar a subir estava presente. No entanto o mesmo se aplica a Sérgio Ramos que não tendo a mesma capacidade técnica (mas mesmo assim é forte neste aspecto) é mais forte no desarme e nas alturas o que lhe permite finalizar muitas vezes na área. No meio campo Essien seria o motor de alta rotação a que nos habituou. Este jogador fascina-me por todos os aspectos e estaria aqui uma noite a elogiá-lo. Cinco palavras:para mim é o melhor. Depois Gerrard ganharia o lugar a Pirlo. De facto, Stevie G carrega o Liverpool desde 99 às costas e é penalizado talvez por isso mas a sua qualidade de passe, o seu remate, a sua disponibilidade tornam este médio de 28 anos (só?) numa peça fulcral em qlqer equipa.Kaka seria o meu 10 pois gosto de pensar no playmaker como a classe do futebol personificada num elemento. A época de kaka campeão europeu (que lhe valeu o prémio de melhor jogador do mundo) ficará para sempre na minha memória. Explosivo, óptimo no passe, óptimo a correr com bola, óptimo finalizador etc... Quanto a Ronaldo que dizer? Bota de ouro, melhor marcador da CL, mágico, trabalhador, melhor do mundo actualmente e indiscutivelmente como já não havia há alguns anos. Durante um jogo creio que raramente o tiraria já que em todas as fases do jogo é importante. Agora a surpresa...Mancini da Roma é para mim um valor que está longe de ter a notoriedade merecida. Ele parte para cima do adversário, é fortissimo no um para um, dono duma técnica invejável e bom finalizador e compensa muito bem na defesa. Para mim é uma aposta segura. O "homem golo" era Torres que agora no Liverpool se libertou do peso de ter todo o Atl.Madrid às costas e provou (com Gerrard a municiá-lo) que é o melhor 9 do mundo.
Quanto ao "Banco" confesso que Dani Alves já que não é titular podia dar lugar a um polivalente mas essien, Sérgio R. tratam dessa polivlência. Pirlo dada o seu estilo de jogo, a sua cultura táctica e mais uma vez o meu gosto pessoal teria de estar presente. Resisti a Riquelme e Ballack está na calha para caso Kaka não jogue...Culto tácticamente, forte e alto (gabriel alves está neste momento deliciado com esta descrição), senhor de forte remate é claramente uma figura do futebol moderno. Falta-lhe um título, perdeu tudo o que havia para perder nas finais. Villa seria a opção primeira de ataque, quer para um 442 quer para simples troca de avançados. É parecido com Torres. Finaliza onde houver um milimetro, tem velocidade e ganha a El Nino naas bolas paradas e remate de longe. Toni seria a opção de recurso, para um "tud o por tudo" pois teria a referência em altura mas não abdicaria da classe que o caracteriza. Mais um jogador que já falo desde o Brescia... Messi seria o menino do grupo. Confesso que em termos de pormenores técnicos me fascina, mas falta-lhe consistência e físico mas creio que iria resolver muitos jogos. Por fim o capitão seria Terry.
Esta é a minha equipa de 18 jogadores. Confesso que o "banco" vai muito pelo meu lado emotivo mas do mal o menos consegui não escolher Modric, Arshavin ou o já citado Riquelme.
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